quarta-feira, 20 de junho de 2012
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Bike X Carro
Diante da crescente discussão sobre sustentabilidade, o Contramão propôs um duelo entre um meio de transporte que não agride o meio ambiente e um automóvel. No caso, uma bike teve a tarefa de disputar uma corrida com um Fiat Palio Sporting. Percorrendo o trajeto da Avenida Paulista até a Praça da Sé, o biker de BMX Risadinha apresentou seu vasto repertório de manobras e provou a facilidade que a bicicleta oferece em ambientes urbanos.
terça-feira, 12 de junho de 2012
Não é Vídeo Game ..
"É difícil imaginar que o poder dos sonhos e da vontade de ter uma chance me levou mais longe do que eu jamais imaginei." - Jamie Bestwick 41 Anos
Embora Jamie Bestwick começasse andar de BMX com os seus amigos aos 10 anos, Jamie andava de bicicleta apenas como uma maneira de sair com seus amigos e se divertir . Depois que ele terminou a escola, sua primeira prioridade foi trabalhar como mecânico de uma companhia aérea na Inglaterra, a qual ele pensou que ia ser sua carreira. Jamie é agradecido por trabalhar para uma companhia aérea, mas hoje provavelmente pode comprar a sua própria companhia com o dinheiro que fatura nos eventos de BMX Vertical.
Embora Jamie Bestwick começasse andar de BMX com os seus amigos aos 10 anos, Jamie andava de bicicleta apenas como uma maneira de sair com seus amigos e se divertir . Depois que ele terminou a escola, sua primeira prioridade foi trabalhar como mecânico de uma companhia aérea na Inglaterra, a qual ele pensou que ia ser sua carreira. Jamie é agradecido por trabalhar para uma companhia aérea, mas hoje provavelmente pode comprar a sua própria companhia com o dinheiro que fatura nos eventos de BMX Vertical.
Acho que teremos que esperar a Rio + 40 ..
Fontes de Energia (em ordem crescente de pegada de carbono)
1- Humano-elétrica
2- Solar
3- Acumuladores elétricos (Baterias) ou Híbrido alcool/elétrico, diesel/elétrico, etc
Geração Humano-elétrica total:
- 2,4 Kw/hora (sendo gerada por pessoal misturado de não ciclistas com ciclistas ocasionais e amadores, do tipo que mais provavelmente usaria o OCH)
- 4,8 Kw/hora (gerado por pessoal ciclista treinado e amador)
Consumo energético
1- sem gasto de TVs incluido: 100Kw/h a 130 Kw/h por 100Km (+/- 60 milhas)
2 - gasto de 2 TVs: Em estudo. Depende do gasto da nova tecnologia OLED.
Geração Humano-elétrica total:
- 2,4 Kw/hora (sendo gerada por pessoal misturado de não ciclistas com ciclistas ocasionais e amadores, do tipo que mais provavelmente usaria o OCH)
- 4,8 Kw/hora (gerado por pessoal ciclista treinado e amador)
Consumo energético
1- sem gasto de TVs incluido: 100Kw/h a 130 Kw/h por 100Km (+/- 60 milhas)
2 - gasto de 2 TVs: Em estudo. Depende do gasto da nova tecnologia OLED.
Guerreiro das duas rodas..
Márcio Ravelli nasceu em Itu, interior de SP no dia 27 de fevereiro de 1972. Conhecido entre os amigos por Beregué começou a pedalar em 1978, quando seus pais lhe deram uma bike aro 16 e com oito anos já estava competindo, “agradeço muito aos meus pais por isso”, diz. O apoio da família foi fundamental. Aos oito anos, começou a competir no BMX, mas nada sério, o que queria mesmo era curtir, mas já impressionava pela habilidade e domínio. Seu forte era o Freestyle , no entanto, desde aquela época, ele e seus amigos já praticavam o que chamam hoje de urban assalt, dropando escadas, dando wall ride (algo como andar na parede) entre outras manobras.
Foi em 1991, aos 19 anos que Ravelli iniciou no MTB, na modalidade cross country, também conhecida como XC. Ele não gostava muito daquelas bikes grandonas com marcha, achava que seria impossível realizar as manobras que fazia com sua aro 20. Hoje é uma referência na elite do ciclismo nacional e mostra que não só consegue fazer as tais manobras como aperfeiçoou sua técnica, se destacando também no cenário do freeride e DH.
Foi em 1991, aos 19 anos que Ravelli iniciou no MTB, na modalidade cross country, também conhecida como XC. Ele não gostava muito daquelas bikes grandonas com marcha, achava que seria impossível realizar as manobras que fazia com sua aro 20. Hoje é uma referência na elite do ciclismo nacional e mostra que não só consegue fazer as tais manobras como aperfeiçoou sua técnica, se destacando também no cenário do freeride e DH.
Entrevista concedida á Celso Ribas no Brasileiro MTB-XCO 2010
Campo Largo - PR (18 de Julho de 2010) - Imagem: Ike Amaral
Campo Largo - PR (18 de Julho de 2010) - Imagem: Ike Amaral
Ravelli é uma pessoa muito competitiva e dedicada, embora leve as competições como uma grande diversão. O número de títulos conquistados mostra o seu diferencial. O título que considera mais importante é o de Campeão Pan-americano de 2002, “um título muito suado”, diz ele.
Em 2004 Ravelli além de competir, esteve por trás de alguns eventos, organizando competições como o GP Márcio Ravelli que aconteceu em Itu no final de agosto. Neste evento, que reuniu mais de 200 atletas, unindo três modalidades XC, dual slalon e freeride, Márcio pode mostrar seu lado freerideiro. “O freeride é muito legal de praticar, você precisa apenas da bike, é claro que muda para uma bike de curso maior (suspensão), mas o interessante é que não precisa se dedicar muito como no cross country. Acho que estamos só começando com o ciclismo, temos muito potencial, principalmente com o cicloturismo e também o freeride e DH que são modalidades que vem crescendo muito no Brasil. Para a evolução do esporte e melhores resultados nas cenas do MTB nacional e internacional o que falta é intercâmbio, esta é a palavra correta, temos que mandar pilotos pra fora e trazer pilotos de fora pra cá”.
Em 2004 Ravelli além de competir, esteve por trás de alguns eventos, organizando competições como o GP Márcio Ravelli que aconteceu em Itu no final de agosto. Neste evento, que reuniu mais de 200 atletas, unindo três modalidades XC, dual slalon e freeride, Márcio pode mostrar seu lado freerideiro. “O freeride é muito legal de praticar, você precisa apenas da bike, é claro que muda para uma bike de curso maior (suspensão), mas o interessante é que não precisa se dedicar muito como no cross country. Acho que estamos só começando com o ciclismo, temos muito potencial, principalmente com o cicloturismo e também o freeride e DH que são modalidades que vem crescendo muito no Brasil. Para a evolução do esporte e melhores resultados nas cenas do MTB nacional e internacional o que falta é intercâmbio, esta é a palavra correta, temos que mandar pilotos pra fora e trazer pilotos de fora pra cá”.
Os planos não param por aí, Ravelli estipulou como objetivo conseguir mais um título de MTB, o décimo primeiro título de campeão Brasileiro ja está no curriculo e uma medalha no Mundial é o que quero a todo custo!! Apoiado pela Prefeitura de sua cidade pretende realizar vários projetos envolvendo o ciclismo, desde competições até projetos educativos e sociais, “estamos realizando um projeto muito legal.
Para os iniciantes no MTB, Márcio deixa um recado: “pedale com muita consciência, sempre utilizando equipamentos de segurança, respeitando a natureza e acima de tudo seus próprios limites, esporte é vida, é saúde, mas não se envolvam com drogas e lembrem-se que o ciclismo sempre será o melhor esporte pra se praticar, seja em estrada, terra, pista, etc...” e diz que seu maior sonho é ver o ciclismo brasileiro um dos tops mundiais.
Fonte;
Slash Guns N' Roses, em seu momento BMX .
O cara toca muito guitarra, mas andar de bike ainda vai precisar de muito treino.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
12.000 km de Bike, tens coragem ?
Grupo Pedalou por quase todo o litoral da Bahia no primeiro quadrimestre de 2012 no meio de uma viagem de 12.000 km que irá durar 500 dias. Muitas descobertas, muitas aventuras no Estado mais procurado pelos turistas brasileiros. Novos e velhos amigos, hostels, pousadas, beira de praia, casa beira mar emprestada, tudo sem custos graças a nossa capacidade de interagir com as pessoas e ao nosso projeto:
www.pedalarepreciso.com.br Apoiem esta ideia.
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